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Restaurantes e bares

Como atrair clientes para o restaurante

Atrair quem ainda não conhece a sua casa é resolver três coisas, nesta ordem: ser encontrado por quem está procurando onde comer agora, ser escolhido nos poucos segundos em que a pessoa compara você com outras duas opções abertas no celular, e fazer a primeira visita virar volta e indicação. Quase sempre a casa perde o cliente novo antes de qualquer anúncio, numa ficha sem foto ou num WhatsApp que responde no dia seguinte. Por isso a ordem pesa mais que o orçamento.

Por Luciana Leitte Publicado em 10 min de leitura

Por onde entra quem ainda não conhece a sua casa

São basicamente três portas. A busca no celular, quando alguém digita o tipo de comida, o bairro ou procura um lugar perto de onde está. A indicação, que vem da conversa no trabalho, do grupo da família ou da foto que alguém postou marcando a sua casa. E a rua, com a fachada, a calçada e quem passa todo dia na sua porta.

Repare que nenhuma delas começa num anúncio. O anúncio acelera o que já funciona, e decepciona tanta gente por isso: com a casa despreparada, o dinheiro leva visitante até uma porta fechada. Aqui tratamos de trazer gente nova. Se o seu problema é o salão cheio no sábado e vazio na terça, com quem já conhece a casa, o assunto é outro e está no artigo sobre como aumentar o movimento do restaurante durante a semana.

Porta 1: ser encontrado por quem procura agora

Quem procura onde comer raramente sabe o nome do seu restaurante. Digita o prato, o bairro, o tipo de casa. Se você não está bem cadastrado, simplesmente não existe nessa conversa.

  • Perfil da Empresa no Google, completo e certo. Categoria principal escolhida com cuidado, porque é ela que coloca a casa nas buscas do tipo certo, mais endereço, horários de almoço e jantar separados, feriados, fotos recentes, cardápio e link de reserva ou pedido. O Google decide quem aparece por relevância, distância e destaque, e ficha incompleta perde logo na relevância.
  • As palavras que a pessoa digita, escritas na sua ficha e nos seus posts. Se a casa é de comida mineira no Santa Efigênia, isso precisa estar escrito com essas palavras, e não só num nome de fantasia que ninguém procura.
  • Instagram que diz onde você fica. Bairro e cidade no nome do perfil ou na bio, localização marcada em todo post e reel, e um link que abre cardápio, endereço e WhatsApp.
  • Cardápio que abre rápido no celular. Foto de cardápio impresso e PDF pesado afastam quem está com fome e com pressa.
  • Aplicativos de entrega como vitrine. Mesmo quem come no salão usa os aplicativos para descobrir casa nova no bairro. A conta de quanto isso custa está no artigo sobre taxa do iFood para restaurante.

Porta 2: ser escolhido na comparação de poucos segundos

Ser encontrado coloca você na lista. Ser escolhido é outra disputa, e ela acontece com três abas abertas ao mesmo tempo: a pessoa olha foto, nota, comentário recente e horário, e elimina duas casas antes de decidir a terceira.

  • Foto real do prato que vai chegar à mesa. Banco de imagem entrega na hora que aquilo não é a sua cozinha.
  • Avaliações recentes e respondidas. Avaliação de dois anos atrás não convence, e resposta do dono conta para quem lê antes de sair de casa. O passo a passo está em como conseguir mais avaliações no Google.
  • Preço visível. Quem não encontra o preço imagina o pior e vai embora.
  • WhatsApp que responde em minutos no horário de decisão. A pergunta sobre mesa ou estacionamento respondida uma hora depois vira mesa de outra casa.

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Porta 3: a primeira visita precisa render mais de uma

Trazer gente nova é a parte cara do trabalho. Deixar a pessoa ir embora sem nenhum fio ligando ela à casa joga fora tudo o que foi gasto para trazê-la. A primeira visita rende três coisas, e vale pedir as três com naturalidade.

  1. Uma avaliação. Pedida pela equipe, para toda mesa, sem oferecer nada em troca. É ela que atrai o próximo desconhecido.
  2. Um motivo para voltar com data. O prato que só sai na quinta, a atração da sexta, o cardápio que muda com a estação. Convite específico volta mais que “apareça sempre”.
  3. Um cadastro autorizado. A pessoa escolhe receber novidades da casa, como pede a LGPD, e a equipe usa a lista com parcimônia, do número do restaurante.

Essa terceira porta é a que transforma atração em crescimento. Na sorveteria que acompanhamos, o balcão passou a conversar com o digital todo dia, a casa chegou a mais de 30 mil seguidores engajados e as vendas diretas subiram 500%. O caso está na página de cases da LL Comunica.

Gente nova também aparece fora da tela

Na rua do seu restaurante tem escritório, clínica, academia, coworking e escola. É gente que almoça todo dia, precisa de lugar para confraternizar e ainda não entrou na sua casa porque ninguém convidou. Uma visita com o cardápio da semana na mão e um convite para a equipe conhecer a casa abre uma porta que o anúncio demora a abrir.

A fachada e a calçada também trabalham. Um quadro legível de longe, com o prato do dia e o preço, dentro das regras da prefeitura, fala com quem passa na hora da fome. É o marketing integrado que defendemos na LL Comunica: o digital leva a pessoa até a porta, o presencial decide se ela entra e se volta.

Anúncio para quem nunca ouviu falar de você

Anúncio para público novo é diferente do anúncio para quem já segue a casa: a pessoa não sabe quem você é, então cada elemento tem que trabalhar.

  • Raio curto. Quem mora ou trabalha a poucos minutos. No almoço, o raio é ainda menor.
  • Horário de decisão. Do meio da manhã ao começo da tarde para o almoço, do fim da tarde ao começo da noite para o jantar.
  • Criativo com prato, nome e endereço. Foto real, o nome do prato e a referência do bairro. Quem não conhece a casa precisa saber onde ela fica.
  • Um pedido só. Traçar rota, chamar no WhatsApp ou ver o cardápio. Anúncio que pede três coisas ao mesmo tempo não consegue nenhuma.

Se a peça mostra bebida alcoólica, entram as regras de plataforma e de autorregulamentação do artigo sobre propaganda de bebida alcoólica. Se a atração é de pedido para casa, o desenho é outro, como tratamos no marketing para delivery.

Conteúdo que atrai quem ainda não te segue

Post que só conversa com seguidor antigo não traz gente nova. O conteúdo que alcança desconhecido mostra o prato com nome próprio, mostra gente de verdade na cozinha e diz onde a casa fica. Vídeo curto do prato sendo montado, com localização marcada e o nome do bairro dito em voz alta, viaja mais longe que arte bonita com frase genérica.

A outra fonte de pauta está no seu balcão. Toda pergunta que chega no direct é conteúdo pronto: tem estacionamento, aceita cachorro, tem opção sem glúten, cabe quanta gente na mesa grande. Quem procura essas respostas está a um passo de ir.

Como saber se está entrando gente nova

Movimento subindo não prova atração: pode ser o mesmo grupo vindo com mais frequência, o que é bom, mas é outro resultado. Para enxergar o cliente novo, olhe estes sinais juntos, mês contra mês.

  • A pergunta no fechamento da conta: é a primeira vez aqui, e como ficou sabendo da casa?
  • Cliques para traçar rota, ligações e visitas ao site vindos do Perfil da Empresa no Google.
  • Conversas novas no WhatsApp, de quem nunca tinha falado com a casa.
  • Avaliações novas, que só chegam de quem esteve lá.
  • Alcance de quem não segue o perfil, no relatório do Instagram.

Anote feriado, chuva forte, jogo grande e obra na rua na mesma planilha, porque é isso que explica variação estranha. Dê tempo a cada frente: ficha e avaliação aparecem primeiro, anúncio traz gente em semanas, reputação e indicação levam meses. Faturamento com data marcada nós não prometemos.

O que costuma dar errado

  • Ligar anúncio antes de arrumar a casa. É pagar para levar desconhecido até uma ficha sem foto e um WhatsApp mudo.
  • Começar pelo desconto. Traz movimento rápido, ensina o cliente a só voltar com desconto e come a margem do prato que atraiu.
  • Perfil sem endereço. Muito seguidor de outra cidade e salão vazio no bairro é sintoma de conteúdo sem localização.
  • Sumir depois da primeira visita. Sem avaliação pedida, sem convite de volta e sem cadastro, cada cliente novo custa tudo de novo.
  • Mudar tudo na mesma semana. Cardápio, horário, anúncio e promoção juntos: se der certo, ninguém sabe o que funcionou.

Quando vale ter ajuda

Dá para fazer boa parte disso sozinho, e muita coisa custa só tempo. A ajuda vale quando a rotina não cabe mais no dia do dono: ficha parada há meses, avaliação sem resposta, conteúdo que sai quando sobra tempo e anúncio ligado sem ninguém olhando. O trabalho de marketing para restaurantes, bares e cafeterias segue esta ordem: casa arrumada, gente nova, gente voltando, com o presencial amarrado ao digital.

O começo é o Raio-X gratuito. Olhamos Google, avaliações, Instagram, cardápio e o caminho até a mesa do jeito que o seu cliente olha, e devolvemos uma nota por área e as três ações que mais mudam o próximo mês. O documento fica com você, fechando com a LL Comunica ou não.

Perguntas frequentes

Como atrair clientes para o restaurante?

Resolvendo três coisas em ordem. Ser encontrado por quem procura onde comer agora, com Perfil da Empresa no Google completo, endereço visível no Instagram e cardápio que abre rápido no celular. Ser escolhido na comparação de segundos, com foto real, avaliações recentes respondidas, preço visível e WhatsApp que responde. E fazer a primeira visita render mais de uma, com avaliação pedida, convite de volta e cadastro autorizado.

O que fazer para atrair clientes em um restaurante novo?

Casa nova não tem lembrança nem avaliação, então a prioridade é existir na busca e na rua. Abra o Perfil da Empresa no Google na primeira semana, com categoria certa, fotos reais e cardápio. Peça avaliação a todo mundo que sair satisfeito, sem oferecer nada em troca. Apresente-se aos vizinhos de rua, escritórios e clínicas, com o cardápio na mão. E só ligue anúncio depois que a ficha e o WhatsApp estiverem prontos.

Quanto custa atrair clientes para um restaurante?

Boa parte do que mais atrai cliente novo custa tempo, não dinheiro: arrumar a ficha do Google, tirar foto real do prato, responder avaliação e marcar a localização nos posts. O anúncio tem custo, pago direto na plataforma, definido pelo raio e pelo período. No trabalho de agência, o valor fechado e a quantidade exata de cada item saem por escrito na primeira conversa.

Dar desconto atrai cliente novo para o restaurante?

Atrai movimento, nem sempre atrai cliente. Desconto costuma trazer quem volta apenas quando há outro desconto, e mexer em preço é decisão comercial do dono, com custo na margem. Antes disso, vale testar motivo com nome, foto real, avaliação recente e um convite claro de volta. Se o desconto entrar, que seja com data, limite e uma forma de contar quem veio por ele.

Em quanto tempo começa a chegar cliente novo?

Ficha do Google arrumada e avaliações respondidas mexem com quem já está procurando e aparecem primeiro. Anúncio bem feito traz gente em semanas, desde que a casa esteja pronta. Indicação e reputação levam meses e são o que sustenta o movimento depois. Compare mês com mês por pelo menos três meses, e desconfie de quem promete faturamento com data marcada.

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Chama Raio-X, e é gratuito. Olhamos o seu negócio de fora, do jeito que o seu cliente olha, e devolvemos uma nota por área e as três ações que mais mudam o próximo mês. O documento fica com você, contratando a LL Comunica ou não.

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